A luta por direitos básicos não deveria ser uma batalha diária, mas é exatamente assim que Zeferina, moradora do distrito de Itaquaraí, em Brumado, se sente. Mãe de uma criança especial, ela procurou uma rádio local para expor sua indignação com o descaso da Secretaria de Saúde.


"Cadê a inclusão social?"


Indignada, Zeferina desabafa: "Cadê a inclusão social que tanto divulgam nas redes sociais e nos meios de comunicação? Nós, mães de crianças especiais, não sabemos como nossos filhos vão acordar pela manhã. Do setor de saúde, só recebemos respostas genéricas e necessitamos de algo mais concreto, de solução."

A reclamação dela reflete a realidade de muitas famílias que dependem do sistema público de saúde para garantir um atendimento adequado a crianças com necessidades especiais.




Palavras bonitas não bastam


Zeferina enfatiza que não adianta apenas divulgar discursos bonitos sobre inclusão social se, na prática, as políticas não são implementadas de forma eficaz. "Precisamos de soluções reais. Não é um favor, é um direito."

O caso de Zeferina é apenas um entre muitos que evidenciam os desafios enfrentados por famílias que cuidam de crianças especiais. A falta de um atendimento adequado pode comprometer não apenas o bem-estar da criança, mas também a saúde mental dos cuidadores, que muitas vezes se veem sem apoio.


O que a Secretaria de Saúde tem a dizer?


Até o momento, não houve um posicionamento oficial da Secretaria de Saúde sobre a reclamação de Zeferina. Resta saber se as cobranças da comunidade vão surtir efeito e se as autoridades locais vão finalmente sair do discurso e partir para a ação.

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