A fiscalização nas rodovias está cada vez mais rigorosa, e no último sábado (15), um motorista aprendeu isso da pior forma. Durante a Operação Sentinela, policiais militares da Companhia Independente de Polícia Rodoviária (CIPRv/Brumado) abordaram um veículo na BA-262, em Vitória da Conquista, e o resultado da abordagem gerou repercussão.



1. Recusa ao teste do bafômetro: o que acontece?


Ao ser parado na blitz, o condutor foi convidado a realizar o teste do etilômetro (popularmente conhecido como bafômetro). No entanto, ele se recusou a soprar o aparelho. Essa negativa, ao contrário do que muitos pensam, não evita punições. Pelo contrário, o motorista foi autuado com base no artigo 165-A do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que prevê penalidades para quem se recusa a fazer o teste de alcoolemia.



2. Quais são as consequências para quem se recusa?


De acordo com o CTB, recusar o teste do bafômetro resulta nas mesmas penalidades de quem é pego dirigindo sob efeito de álcool, incluindo:

  • Multa gravíssima, no valor de R$ 2.934,70;
  • Suspensão do direito de dirigir por 12 meses;
  • Necessidade de participar de curso de reciclagem para recuperar a CNH.

Além disso, se houver sinais evidentes de embriaguez, como fala alterada, olhos vermelhos ou dificuldade de equilíbrio, o motorista pode responder criminalmente, podendo pegar de 6 meses a 3 anos de prisão.





3. O que aconteceu com o veículo?


Apesar da autuação, o carro não foi apreendido. Ele foi liberado para um outro condutor devidamente habilitado, garantindo que o veículo não ficasse retido e evitando maiores transtornos.



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