
A Lei nº 15.100/2025, que restringe o uso de celulares nas escolas, entrou em vigor e tem sido alvo de intensas discussões. De um lado, quem defende a medida como essencial para o aprendizado. Do outro, aqueles que veem a restrição como um obstáculo. Mas, e na prática? Como os alunos estão reagindo a essa mudança? No CEEP de Brumado, a maioria dos estudantes está de acordo com a nova regra.
Celular na escola? Somente com propósito pedagógico
A diretora da unidade, Emanuela Silva, esclareceu que o uso do celular agora está restrito a atividades pedagógicas previamente programadas e autorizadas pelo professor. "É o uso consciente, isso que o governo quer", destacou.
Dispersão x Aprendizado
A coordenadora pedagógica Odete Pau Ferro reforçou que o celular em sala de aula distrai os alunos e prejudica o ensino. "Os estudantes se perdem nas telas e acabam não absorvendo o conteúdo", alertou.
O que pensam os alunos?
Apesar de algumas polêmicas iniciais, a maioria dos alunos do CEEP está satisfeita com a restrição. Gabriel, estudante do curso de Logística, é um deles. "Em comparação ao ano passado, já senti uma boa melhora, tanto na parte interpretativa quanto na interpessoal", relatou. Ele acredita que o celular deve ser evitado até mesmo no intervalo para não comprometer a concentração.
Já a aluna Giovana acredita que a medida era mais do que necessária. Para ela, os impactos positivos serão percebidos a médio e longo prazo.
E você, o que acha?
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